Um burro, folgadão devido à ausência de trabalho e por causa da grande quantidade de ração que recebia, galopava de um lado para o outro de um modo extravagante e arrogante. Vaidoso e muito confiante, dizia para si mesmo:
Câmara Itabuna
Câmara de Ilhéus - Acompanha sessões remotas
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2025
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2025
A ALFINETADA DO VELHO EM CLÁUDIA!
Havia em Porto Seguro, uma borboletinha chamada Claúdia, que era uma beleza, mas achava-se uma beldade. Devia, pelo menos, ser tratada como a rainha das borboletas, para que se sentisse Fraterna. Vaidosa não tinha amigos, pois qualquer mariposa que se aproximasse dela era alvo de risinhos e de desprezo. - Que está fazendo em minha presença, criatura? Não vê que sou mais bela e elegante do que você? Costuma ela dizer, fazendo-se de muito importante.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2025
OS EX-MARAJÁS DA PREFEITURA E A FÁBULA DA CIGARRA E AS FORMIGAS
Parafraseando um pouco o que contou Esopo, contaremos aqui a fábula acontecida num belo dia de inverno, quando os marajás do atual governo estavam se divertindo numa danceteria e degustando o que havia de melhor na gastronomia do lugar. De repente aparece um garçom, que havia sido secretário do governo anterior:
sábado, 1 de fevereiro de 2025
PUBLICIDADE É A ALMA DO NEGÓCIO
"Publicidade é a alma do negócio". Este chavão da língua portuguesa é um mandamento no mundo empresarial, e ao contrário do que muitos empresários acreditam, ela não é só um gasto a mais no final do mês e sim um investimento necessário para sobreviver no mercado. Investir em publicidade nem sempre é algo barato, por conta disto, muitos empresários acabam por deixa-lo de lado.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2025
INVESTIDORES INTERESSADOS EM FERROVIAS REÚNEM CHINESES, ÁRABES, ESPANHÓIS E BRASILEIROS
quinta-feira, 30 de janeiro de 2025
MEIRELLES PREVER ECONOMIA COM PERÍODO DIFÍCIL ATÉ 2026
O ex-ministro da Fazenda Henrique Meirelles avaliou na quarta-feira (29), que a elevação da dívida pública coloca um cenário difícil para a economia até o fim, no ano que vem, do atual mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Porém, ele disse não ver sinais de uma recessão grave. “Ainda não vemos sinais de um processo recessivo grave, como foi em 2015 e 2016. Não vejo sinal de recessão grave, mas não há duvida que será um período difícil”, comentou Meirelles. Para ele, discussões sobre a sustentabilidade da dívida e o debate a respeito da dominância fiscal seguirão presentes.

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