A tese do governo
americano para sancionar Moraes é de que ele cometeu abusos de direitos
humanos.
O governo Donald Trump voltou a repetir nesta quinta-feira (31) as alegações que levaram à sanção do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), pela lei Magnistky. Thomas Pigott, porta-voz adjunto do Departamento de Estado, que equivale ao Ministério das Relações Exteriores nos EUA, afirmou que Moraes é um “juiz ativista” e repetiu que a medida serve de alerta.