O cantor, ao
firmar um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com o Ministério Público do Trabalho
(MPT), teve todas as obrigações trabalhistas integralmente cumpridas e
quitadas.
O cantor Amado Batista foi citado na “lista suja” do Governo Federal, que reúne os nomes de empregadores flagrados submetendo trabalhadores a condições análogas à escravidão. Batista tem duas autuações na lista, ambas registradas em Goianápolis, na Região Metropolitana de Goiânia (GO). Uma das denúncias envolve o Sítio Esperança, com 10 trabalhadores, e a outra menciona o Sítio Recanto da Mata, com quatro trabalhadores. Os casos ocorreram em 2024.
