“Não tenho a pretensão de ser o salvador de nada”. A afirmação foi feita na manhã de ontem, sexta-feira (20) pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), durante uma palestra na Ordem dos Advogados do Rio de Janeiro. O ministro é atualmente o relator dos casos mais polêmicos atualmente no Corte, como o escândalo do Banco Master e as fraudes no INSS.
Câmara Itabuna
Câmara de Ilhéus - Acompanha sessões remotas
sábado, 21 de março de 2026
ANDRÉ MENDONÇA DIZ QUE "PAPEL DE UM BOM JUIZ NÃO É SER ESTRELA"
sexta-feira, 20 de março de 2026
ZÉ COCÁ DIZ QUE GRUPO PETISTA “TRAIU ANGELO CORONEL”
Após ser alvo de críticas do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e do senador Jaques Wagner (PT), o prefeito de Jequié, Zé Cocá (PP), reagiu às declarações feitas durante agenda dos petistas no município, nesta sexta-feira (20). O gestor afirmou ter sido surpreendido com o tom adotado pelos aliados do governo e negou ter rompido compromissos políticos.
quinta-feira, 19 de março de 2026
J&F PAGOU R$ 25,9 MILHÕES A EMPRESA QUE COMPROU COTAS DE TOFFOLI EM RESORT, DIZ JORNAL
O grupo J&F, controlado pelos irmãos Joesley e Wesley Batista, pagou R$ 25,9 milhões a uma empresa que comprou a participação da família do ministro Dias Toffoli, do STF (Supremo Tribunal Federal), no resort Tayayá, no Paraná. A informação foi publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo.
segunda-feira, 16 de março de 2026
VEJA AS FORTUNAS DOS BRASILEIROS DA LISTA DE BILIONÁRIOS DA FORBES
domingo, 15 de março de 2026
LEANDRO DE JESUS PEDE CPI PARA INVESTIGAR R$ 49 MILHÕES EM PAGAMENTOS DO GOVERNO JERÔNIMO AO BANCO MASTER
O deputado estadual Leandro de Jesus (PL) protocolou, na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), um requerimento para a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) com o objetivo de investigar operações financeiras envolvendo precatórios do Estado pagos a instituições vinculadas ao Banco Master. A proposta prevê prazo de 180 dias para apuração dos fatos.
quarta-feira, 11 de março de 2026
TURISMO POR GRAVIDADE
Ilhéus sempre atraiu turistas. Nunca foi por planejamento, nunca foi por política pública estruturada, nunca foi por genialidade administrativa. Foi por gravidade. Pela natureza, pela história, pela cultura, pelo litoral que insiste em ser bonito apesar do abandono. O turismo ilheense sobreviveu, por décadas, não porque o poder público cuidou dele, mas porque a cidade resistiu. É importante deixar isso claro antes de qualquer análise: Ilhéus nunca foi um exemplo de gestão turística. Sempre foi um destino que se manteve vivo por inércia natural (sorte). O problema é que, agora, nem isso parece estar sendo respeitado, muito pelo contrário.

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