Há
quem veja a possível recondução da indicação como um ato de firmeza, uma
demonstração de que o presidente não aceita derrotas impostas por articulações
políticas.
No xadrez da política brasileira, derrotas costumam ensinar lições. Mas, em Brasília, nem sempre perder significa recuar. Às vezes, significa dobrar a aposta. E é exatamente esse o cenário que parece se desenhar após a rejeição inédita do nome de Jorge Messias para uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF).