Cada voto, cada lei de proteção, cada espaço ocupado na política carrega o nome de mulheres que enfrentaram resistência, julgamento e silêncio antes dessas conquistas. Quando a mulher aperta o “CONFIRMA” na urna eletrônica, não está fazendo um gesto isolado, está continuando uma história.
Por muito tempo, o homem branco, de terno com as mangas
arregaçadas e o capacete de obra foi a cena principal dos períodos e
propagandas eleitorais. Era difícil de uma mulher querer se envolver ativamente
na política, “porque aquilo não era para”, “política é coisa de homem”. Além
dos diversos desestímulos que as mulheres recebiam, não existia inspiração para
as mulheres.
Hoje, depois de muita luta, um pouco disso já mudou. Já tivemos
vereadoras, prefeitas, deputadas, senadoras e, até, presidente. Conquista essa
que poucos países conseguiram. Os Estados Unidos nunca conseguiram eleger uma
mulher para a presidência.
Mulheres como Silvia Rodrigues atualmente se envolvem na política,
buscam por mais voz, mais direitos, mais igualdade. É possível ver uma menina
hoje dizendo que quer ser presidente quando crescer. Ver mulher no poder nos
faz acreditar que mulheres podem estar no poder.
Em 2017, foi elaborada uma Emenda Constitucional que obriga cada
partido a indicar, no mínimo, 30% de mulheres filiadas para concorrer no
pleito. E nem isso os partidos brasileiros conseguem. Essa lei não é só sobre
as mulheres. A redação diz que a lista de candidatos deve respeitar o
percentual mínimo de 30% e máximo de 70% para cada sexo. Mas, na prática,
sabemos que os 30% dos homens já estão garantidos.
Só há um jeito da mulher alcançar a representatividade política e
equidade de gênero na política: mulher votar em mulher. A lei prevê apenas a
candidatura de 30% de cada sexo, mas o que acontece é que muitos partidos
preenchem a lista de candidatos com mulheres apenas para preencher as cotas,
quase como laranjas.
Buscar por candidatas que estejam realmente empenhadas na
mudanças, que queiram trazer novas visões e democratizar ainda mais a nossa
política é fundamental. Como diria
Albert Einstein: Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar
resultados diferentes.
Se elegermos sempre as mesmas pessoas, com as mesmas propostas, atingiremos sempre os mesmos resultados. Vamos fazer diferente na próxima eleição? Vamos trazer mais democracia e diversidade para o centro das decisões da Bahia? Então comecemos apoiando e posteriormente votando em mulher intrépidas, inteligentes, vigorosas e autônomas, como é o caso da pré candidata a deputada estadual Silvia Rodrigues!
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