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Câmara de Ilhéus - Acompanha sessões remotas

Câmara de Ilhéus - Acompanha sessões remotas

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Soane Galvão dialoga sobre desenvolvimento econômico para Ilhéus e região.


Em reunião no Gabinete da Prefeitura de Ilhéus, a secretária de Desenvolvimento Econômico e Inovação do Município de Ilhéus, Soane Galvão, conversou com o Superintendente de Desenvolvimento e Monitoramento de Empreendimentos do Estado da Bahia (SUDEM), Deraldo Alves Carlos, e o correspondente da Dengo Chocolates, Ricardo Gomes, sobre áreas para instalação de indústrias e desenvolvimento de Ilhéus e região. 

"O município de Ilhéus tem o máximo interesse na instalação de industrias e fábricas em seu território. Dialogando com o governo do Estado da Bahia, buscamos viabilizar áreas para atrair negócios para a cidade", disse Soane Galvão no encontro, ao enfatizar a geração de emprego e renda. 

Uma das empresas interessadas é a Dengo Chocolates, que estuda instalar na cidade uma unidade processadora de subprodutos de cacau. "A Dengo nasce entre as melhores empresas de chocolate, está se expandindo nas capitais, abrindo exceção em Ilhéus, onde prospecta implantar uma unidade por ser aqui o lugar de originação do cacau", explicou o representante Ricardo Gomes. A empresa busca uma área adequada para o empreendimento, a ser possivelmente viabilizada após visita e pesquisa no parque industrial de Ilhéus pela SDE junto com o governo do Estado. 

Também ficou combinado de ser agendada uma reunião entre a SDE e a secretaria de Desenvolvimento do Estado da Bahia para a prospecção de áreas no município. O objetivo, mapear terrenos viáveis para industrias e a potencialização do desenvolvimento regional.



por Anna Karenina de O. Vieira


Elza Soares, considerada a 'voz brasileira do milênio', morre aos 91 anos.



Elza Soares morreu hoje no Rio, aos 91 anos, de causas naturais. A informação foi anunciada por meio do perfil oficial do Instagram da cantora. "A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo", diz o texto assinado por Pedro Loureiro, Vanessa Soares, familiares e a equipe da cantora.

"É com muita tristeza e pesar que informamos o falecimento da cantora e compositora Elza Soares, aos 91 anos, às 15h45 em sua casa, no Rio de Janeiro, por causas naturais. Ícone da música brasileira, considerada uma das maiores artistas do mundo, a cantora eleita como a Voz do Milênio teve uma vida apoteótica, intensa, que emocionou o mundo com sua voz, sua força e sua determinação. A amada e eterna Elza descansou, mas estará para sempre na história da música e em nossos corações e dos milhares fãs por todo mundo. Feita a vontade de Elza Soares, ela cantou até o fim", diz a postagem.

Versando entre o samba, a MPB e até a Bossa Nova, Elza foi considerada pela BBC a "voz brasileira do milênio", em 1999, e venceu o Grammy Latino na década seguinte. Porém, o início na música foi na década de 1950. Ela subiu ao palco do "Calouros em Desfile", programa comandado por Ary Barroso, e cantou "Lama". O primeiro contrato foi assinado em 1960, incluindo ainda uma turnê internacional.

Elza contou recentemente no programa "Conversa com Bial" que começou a fazer o scat (uma técnica vocal gutural criada por Louis Armstrong e popularizada por Ella Fitzgerald) sem saber. "Eu botava uma lata de água na cabeça e gemia. Eu pensei, esse barulho vai dar um som maravilhoso".

Eu achava que ele [Louis Armstrong] me imitava. Eu não o conhecia", disse a cantora sobre o encontro que teve com o músico na década de 60.

"Eu substituí Ella Fitzgerald na Itália. Ela tinha um show em que cantava Tom Jobim e eu morava por lá com o Garrincha", disse ainda.

Após mais de 30 álbuns na carreira, a última década marcou uma nova fase para ela. Em 2015, Elza lançou o álbum "A Mulher do Fim do Mundo", seu primeiro em oito anos. O disco foi visto como um renascimento em sua já consagrada carreira e foi eleito como um dos maiores destaques do ano até mesmo por veículos internacionais.

"Elza Soares fez o álbum de sua vida, em todos os sentidos", declarou o crítico musical Philip Sherburne da "Pitchfork". Misturando gêneros como o samba, o rock e o rap, o CD ainda discutia nas letras temas como violência doméstica e negritude.

Foi com "A Mulher do Fim do Mundo" que Elza garantiu sua primeira e única vitória no Grammy Latino, vencendo o prêmio de "Melhor Álbum de Música Popular Brasileira". Seu disco seguinte, "Deus é Mulher", de 2018, também foi nomeado na mesma categoria


Fonte: UOL notícias 


Como promover mais lideranças femininas nas empresas.


O número de mulheres na liderança das empresas aumentou 10% nos últimos 15 anos. No cenário global, apenas 29% delas ocupam cargos do alto escalão. Os dados, que fazem parte da pesquisa Women In Business feita pela Grant Thornton, evidenciam o grande desafio enfrentado pelo mercado corporativo para alcançar a equidade de gênero nas posições de maior poder dentro das organizações.

Para estruturar ações afirmativas eficazes é necessário contemplar os diferentes momentos da trajetória profissional, além de ter um ambiente corporativo que seja acolhedor e que ofereça oportunidades iguais de desenvolvimento.

Com base nas melhores práticas empresariais, o MM360 desenvolveu o e-book Atração, desenvolvimento e promoção de lideranças femininas. As dicas apresentadas na publicação são inspiradas no trabalho feito pelas empresas associadas e com apoio de diversos estudos que ajudam a entender o cenário atual no Brasil e globalmente.

Confira algumas das diretrizes mais relevantes para acelerar a chegada delas ao topo:

Criar oportunidade de networking informal em horários de trabalho;Dar visibilidade e reconhecimento às mulheres por tomadas de decisões;Fornecer feedback focado em sagacidade negocial e no impacto das métricas de negócio, não apenas em comunicação e estilo;Orientar sobre carreira e coaching que contestem autopercepções negativas e demonstrem que o progresso é conquistável;Ter consciência e buscar neutralizar vieses inconscientes em todos os processos da empresa.

Fonte: Movimento Mulher 360



Bancada Feminina quer derrubar veto sobre absorventes e garantir mais proteção à mulher.

O início do ano legislativo deve ser marcado pela votação de projetos que assegurem direitos e proteção às mulheres. Essa é a expectativa da Bancada Feminina no Senado, que elenca, entre as medidas, a derrubada do veto do presidente Jair Bolsonaro ao projeto que garantia a distribuição gratuita de absorventes para estudantes de baixa renda, pessoas em situação de rua e mulheres detidas no sistema prisional (VET 59/2021). As senadoras também defendem a aprovação de matérias que reforcem medidas de proteção às mulheres vítimas de violência doméstica.

Aprovado pelo Senado em setembro do ano passado, o  PL 4.968/2019 tem como objetivo o combate à pobreza menstrual, que significa a falta de acesso ou a falta de recursos para a compra de produtos de higiene e outros itens necessários ao período da menstruação feminina. De autoria da deputada Marília Arraes (PT-PE), a matéria foi relatada no Senado por Zenaide Maia (Pros-RN), que defendeu a derrubada do veto.

“O Congresso precisa derrubar o veto de Bolsonaro para demonstrar que, ao contrário dele, os parlamentares se importam com o fato de que uma em cada quatro meninas faltam aulas por não terem acesso a absorventes”, declarou a senadora, quando o presidente vetou o dispositivo.

A Bancada Feminina foi instituída no Senado em março de 2021, por iniciativa das senadoras, e conta com estrutura e prerrogativas de líderes de partido ou bloco parlamentar, como participar do Colégio de Líderes e orientar votações. A senadora Simone Tebet (MDB-MS) foi eleita primeira líder da bancada. 

Mulheres com deficiência 

Outro projeto da pauta feminina que deve atrair a atenção da bancada é o PL 3.728/2021, da senadora Leila Barros (Cidadania-DF). O texto, que está em Plenário e aguarda designação de relator, estabelece a inclusão, na Lei Maria da Penha (Lei 11.340, de 2006), de medidas de atendimento acessível à mulher com deficiência e que esteja em situação de violência doméstica e familiar. De acordo com a medida, o atendimento deve ser feito com acessibilidade e inclusão, seja presencial ou remoto, com comunicação compatível com a necessidade da vítima. Neste caso, a comunicação deverá ser feita por língua brasileira de sinais (Libras), por braile ou por qualquer outra tecnologia assistiva.

A senadora, que também é Procuradora da Mulher no Senado, explicou que a Bancada Feminina seguirá unida no sentido de redobrar a atenção às medidas que assegurem o acolhimento das mulheres vítimas de violência, às estruturas que possam garantir o cumprimento dessas ações e às sugestões de fortalecimento da legislação para conseguir alcançar esse objetivo.
— Vamos seguir aperfeiçoando a Lei Maria da Penha e trabalhando pelo endurecimento do Código Penal. Outro eixo importante de atuação das Procuradorias da Câmara e do Senado Federal será incentivar a criação de estruturas semelhantes nos estados e municípios onde não há esse atendimento. A Bancada Feminina no Congresso Nacional permanecerá unida, independentemente de partido, para debater e aprovar as pautas de interesse das mulheres brasileiras — disse Leila à Agência Senado.

Também de autoria de Leila Barros, o PL 116/2020, que ainda está sem relator, deve ser analisado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) para incluir na Lei Maria da Penha a previsão de que a violência doméstica e familiar contra a mulher também é cometida por meios eletrônicos. O projeto acrescenta à lei que as violências psicológica, sexual, patrimonial e moral também são cometidas por meios eletrônicos, como as redes sociais e mensagens de telefone celular.

Medidas de acolhimento 

Outras iniciativas já foram aprovadas na Câmara dos Deputados e estão no foco da Bancada Feminina no Senado para que a votação seja finalizada. É o caso do PL 1.552/2020, que está em Plenário e prevê medidas de acolhimento às mulheres vítimas de violência doméstica durante a pandemia de covid-19. Entre as ações previstas pelo projeto, está o acolhimento institucional temporário de curta duração em abrigos ou até mesmo em hotéis, pousadas ou outros imóveis custeados pelo poder público para garantir a separação do agressor. A matéria aguarda designação de relator.

Aumento de pena 

Igualmente apreciado na Câmara, o PL 301/2021 aguarda análise dos senadores no Plenário. A proposta, apresentada pelos deputados federais Celina Leão (PP-DF) e Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), aumenta a pena dos crimes de calúnia, difamação e injúria cometidos em contexto de violência doméstica e familiar contra a mulher. As penas de detenção de um mês a dois anos, a depender do crime, previstas atualmente no Código Penal (Decreto-Lei 2.848, de 1940) seriam aumentadas em um terço. Já para o crime de ameaça, a pena atual de detenção de um a seis meses ou multa passaria para detenção de seis meses a dois anos e multa, quando ocorrer no contexto de violência contra a mulher. O relator da matéria ainda não foi indicado. 

Tramitação na Câmara 

Matérias de interesse das mulheres também estão em tramitação na Câmara dos Deputados e aguardam votação final. É o caso do PL 976/2019, de autoria da deputada Flávia Morais (PDT-GO), que determina o registro, em banco de dados específico, das medidas protetivas decretadas pela Justiça para proteger mulheres vítimas de violência. No Senado, o projeto foi relatado pela senadora Daniella Ribeiro (PP-PB), passou por alterações e agora espera decisão final dos deputados.

Nessa mesma situação está o PL 1.951/2021, do senador Angelo Coronel (PSD-BA), que determina uma porcentagem mínima de cadeiras na Câmara dos Deputados, nas assembleias legislativas dos estados, na Câmara Legislativa do Distrito Federal e nas câmaras de vereadores a ser preenchida por mulheres; e o PL 781/2020, do senador Rodrigo Cunha (PSDB-AL), que trata da criação e do funcionamento ininterrupto de Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (Deam).
Além deles, também espera votação dos deputados o PL 4.194/2019, do senador Jorge Kajuru (Podemos-GO),  que autoriza, em casos de violência doméstica, a concessão de medidas cautelares de urgência, como a prisão preventiva, independentemente de manifestação do Ministério Público ou de oitiva das partes.

Fonte: Agência Senado


Fonte: Agência Senado



Fonte: Agência Senado


terça-feira, 16 de novembro de 2021

Método de escrita criativa encoraja e conecta pessoas ao universo literário


Alessandra Koga é publicitária e sempre gostou de escrever. Ainda criança tinha facilidade com as aulas de literatura, português e história. Nas agências por onde passou, ela acabou indo para uma escrita mais técnica e, por isso, sentia que faltava algo. Foi então que Alessandra conheceu a Torii, uma plataforma cujo o método adotado conecta as pessoas por meio da escrita e as encoraja a imergir no processo criativo. A paulistana de 38 anos conta que participou de um workshop há um ano e que desde então se reúne a cada quinze dias para se aperfeiçoar na arte de escrever.

“Somos, as vezes, analfabetos emocionais. A gente não sabe dar palavras para os sentimentos, né? Então você vai falar que você está triste. Eu vou falar: “Estou triste”, mas, na verdade, eu estou frustrada, com raiva. Nesse aspecto, a Torii me ajudou a entender melhor como é que eu estou me expressando não só na escrita, mas na fala. Hoje, se eu tenho uma fala muito clara, é porque eu consigo entender melhor, eu consigo organizar melhor minhas ideias”, relata Alessandra.

O criador desse método de escrita, Ivan Nisida, tem 32 anos, é graduado em Relações Internacionais e tem um mestrado em Políticas Ambientais na Sciences Po, em Paris. Despretensiosamente, ele criou a Torii a bordo de um navio que saía do Japão rumo ao México com 240 jovens de 11 países diferentes. O primeiro workshop foi presencial. Os demais foram todos online. 

No Brasil, Ivan trabalha com grupos de até seis pessoas de várias partes do país com o intuito de dar voz a cada um e direcionar a atenção. “O que a gente estabeleceu foi uma metodologia, uma espinha dorsal, de como fazer uma oficina de escrita criativa”, explica. 

Ministério da Saúde estende dose de reforço da vacina para toda a população adulta

O Ministério da Saúde anunciou, nesta terça-feira, 16, que vai estender a aplicação da dose de reforço da vacina contra o coronavírus para toda a população adulta – pessoas com 18 anos ou mais. Até o momento, a medida era autorizada para idosos, imunossuprimidos e profissionais da área da saúde. Além disso, a pasta reduziu de seis para cinco meses o intervalo para que pessoas que tenham completado o esquema vacinal possam receber a nova dose. A Saúde também lançou a campanha de megavacinação, que visa conscientizar a população da importância da imunização.

"Graças às informações que temos dos estudos científicos, nós decidimos ampliar a dose de reforço para todos acima de 18 anos que tenham tomado a segunda dose há mais de cinco meses”, disse o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, em coletiva de imprensa. 
A pasta estima que no mês de novembro mais de 12 milhões de pessoas poderão tomar a dose de reforço. Segundo levantamento da plataforma Our World in Data, o Brasil ultrapassou os Estados Unidos no percentual de vacinados contra a Covid-19. 

Apesar disso, cerca de 21 milhões de brasileiros não completaram o esquema vacinal. 

Não fique em atraso, caso esteja esperando a segunda ou terceira dose, fique ligado nas redes sociais da sua região para manter-se vacinado em dia. Vacina salva!