Entre os ativistas da criação do Estado Bahia do Sul, há o advogado Jota Batista, que defende a transformação do Município de Eunápolis na capital do novo Estado Bahia do Sul.
Numa eleição os políticos usam a campanha para propagarem suas pretensões e propostas. Muitas ideias são apresentadas para o eleitorado decidir sobre quais são as mais identificadas com suas posições e aspirações. E há entre as muitas recomendadas, uma que nos parece mais simpática e necessária: a da criação do Estado Bahia do Sul, defendida pelo advogado e candidato a deputado federal, Jota Batista – 4555 - (PSDB).
A revisão geopolítica do Estado da Bahia, tem sido o centro das discussões, sobretudo nas cidade do sul e extremo sul da Bahia. A proposta de criação do Estado Bahia do Sul, foi ressuscitada de um antigo projeto, proposto pelo então deputado federal Fernando Gomes, falecido ex-Prefeito de Itabuna.
Quem faz pressão agora pelo retorno da proposta são lideranças políticas do sul e extremo sul da Bahia, como o advogado Jota Batista, que com lideranças sulbaianas e do extremo sul baiano defendem a retomada do projeto e que se encontra arquivado na Câmara dos Deputados, podendo ser reapresentado por qualquer deputado federal que defenda esta bandeira e Jota Batista, é o único candidato a deputado federal da Costa do Descobrimento, que está propondo a criação do novo Estado.
A criação do Estado Bahia do sul, é a única salvação para acabar com o isolamento da região é permitir que ela receba repasses diretos da União. As vantagens para o novo estado criado serão imediatas e, possivelmente, solução para os maiores problemas da região, conforme justifica Jota Batista.
Segundo o documento arquivado na Câmara, o reflexo imediato será acabar com o isolamento político-administrativo das regiões do sul e extremo sul da Bahia, devido à sua distância geográfica da capital baiana. “O desmembramento implicará, necessariamente, na efetiva integração ao restante do país e, sobretudo, obriga a uma efetiva atuação dos poderes constituídos”.
O sul e o extremo sul da Bahia estão mergulhados na violência, desemprego e pobreza, em meio a um mar de dificuldades e abandono. As deficiências vão dos transportes, violência, desemprego e saúde à educação, incluindo a falta de hospitais regionais. Transformado em Estado, essas duas regiões passariam a ter representatividade no Congresso Nacional, com três senadores e, no mínimo, dezoito deputados federais, podendo receber recursos diretamente da União, tornando-se totalmente independente da Bahia.
A proposta concretiza um desejo da população do Sul e do Extremo Sul da Bahia. Os organizadores deste projeto, estão convictos da viabilidade auto-sustentável da criação do Estado da Bahia do Sul. O projeto apresentará uma radiografia completa da situação política, econômica, social e geográfica dos municípios que integrarão o novo Estado e mostra que o governo da Bahia não será abalado em suas finanças, mesmo com sua área e população reduzidas e, consequentemente, terá reduzido também seus gastos com o custeio da máquina administrativa e das funções públicas que visam atender a população.
O Estado da Bahia ficará desonerado de investir volume considerável de recursos em infraestrutura econômica e social que necessitaria aplicar na sub-região a ser desmembrada, cuja demanda social e econômica “o atual governo baiano não tem conseguido atender adequadamente” - ressalta Jota Batista.
Jota Batista é dos defensores do desmembramento da Bahia e cita o exemplo de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Ele afirmou que o crescimento do Produto Interno Bruto dos dois estados tem sido muito superior ao do PIB nacional. “Se falarmos em qualidade de vida, então, é extraordinário. São milhões de empregos, aumento da produção e criação de riqueza para o povo da região” - afirma Jota Batista.
Ele lembrou ainda Tocantins, desmembrado de Goiás. Jota Batista afirmou que a região era um “corredor da miséria” e hoje a situação é diferente. “O desmembramento favorece o desenvolvimento do País e a diminuição das desigualdades regionais”, disse. O advogado ainda argumenta: desmembrar estados é uma forma de atender de forma equânime a população e permitir uma vida digna mesmo morando no interior.
Nenhum comentário:
Postar um comentário