Entre Ides e Vindas É um fato camuflado em reformas e reestruturações: mais uma troca desastrosa de gestão do hospital público da nossa querida Eunápolis. A população da cidade é enganada mais uma vez, e até o próprio prefeito Robério Oliveira caiu no conto da carochinha.
Entre Ides e Vindas É um fato camuflado em reformas
e reestruturações: mais uma troca desastrosa de gestão do hospital público da
nossa querida Eunápolis. A população da cidade é enganada mais uma vez, e até o
próprio prefeito Robério Oliveira caiu no conto da carochinha. Todas as
reformas no Hospital Regional de Eunápolis (HRE) foram realizadas e custeadas pela
Prefeitura. O planejamento dos gastos foi feito ao longo de 2025, em um período
bem anterior à chegada da empresa Ides.
No início da gestão da Ides, de outubro a dezembro de
2025, a política de esvaziar o Pronto-Socorro e as enfermarias para mostrar uma
administração supostamente inovadora e comprometida funcionou. Médicos,
liderados pelo coordenador responsável pela emergência e clínica médica,
receberam ordens da administração para não internar nenhum paciente no
hospital.
O objetivo era transparecer para o povo e para a
oposição política que a unidade não tinha mais filas nem pacientes internados,
dando a sensação de que o hospital estava indo muito bem sob a ótica da administração
pública. A taxa de emissão de atestados médicos nunca foi tão alta: chegou,
atendeu, esvaziou.
Após o primeiro trimestre, a “tática de guerra”
inicial deixou de funcionar. Pacientes graves passaram a ser negligenciados
dentro do próprio hospital.
Vidas ceifadas. Bolsos engordando - Em fevereiro,
com o hospital lotado e a emergência explodindo de gente, a postura de esvaziar
seguiu como estratégia da gestão. Notem que, no início do mês (mais
precisamente no dia 4 de fevereiro de 2026), os médicos foram alertados quanto
à superlotação, com a diretriz expressa de “…internar somente o necessário
mesmo…“. Neste mesmo período, um homem que procurou atendimento devido a uma
infecção cutânea ficou sentado em uma cadeira aguardando seguimento, até que sua
família implorasse por ajuda a um funcionário. Infelizmente, ele faleceu dias
depois.
Hoje, o hospital segue lotado e a população continua
procurando assistência no único pronto-atendimento do SUS em Eunápolis. Médicos
relatam a grande quantidade de atendimentos, a falta de segurança e a busca desenfreada
por atestados médicos.
Atenção, Ministério Público e vereadores: fiscalizem o hospital para evitar mais mortes. É uma empresa que visa lucrar mantendo um discurso vazio sobre humanidade e dignidade, enquanto o povo está morrendo e os funcionários seguem amordaçados. Por nordestediaadia.com

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