Para aprofundar a representatividade e mudar o cenário político, a participação feminina é indispensável.
Eleger mulheres como a médica Silvia Rodrigues (PL), para as Assembleias Legislativas da Bahia (Alba), é um passo fundamental para o gênero feminino contar com maior representatividade nos debates e decisões políticas e orçamentárias, pois a presença feminina no Legislativo amplia os debates voltados para a saúde, educação, direitos das mulheres, segurança e políticas de bem-estar social.
Embora as mulheres sejam a maioria do eleitorado baiano (cerca de 52%, elas continuam sendo minoria nos espaços de poder e decisão. Historicamente, bancadas com maior participação feminina têm impulsionado avanços diretos na sociedade, como a garantia de direitos trabalhistas e leis de combate à violência doméstica.
Entre as razões para eleger candidatas como a médica Silvia Rodrigues, está no fato de que a representatividade fortalece e reflete no número de políticas voltadas para as mulheres, como: promover melhores condições de trabalho, acesso à renda, equilíbrio trabalho-família, valorização das mães no mercado de trabalho, capacitação profissional, combate às desigualdades e violências, entre outros.
A lei eleitoral obriga os partidos a reservarem vagas para candidaturas de mulheres desde 1995. A representação feminina vem aumentando, mas em ritmo lento, o que faz da paridade de gênero uma realidade ainda distante.
Atualmente, o Brasil possui 16 mulheres exercendo mandato como senadoras no Senado Federal. Esse número representa cerca de 19,7% das 81 cadeiras totais da Casa. Atualmente, o Brasil possui 91 mulheres ocupando o cargo de deputada federal. Esse número representa cerca de 17,7% das 513 cadeiras totais da Câmara dos Deputados. A Assembleia Legislativa da Bahia (Alba) possui 8 mulheres entre os 63 deputados estaduais e só há uma mulher vereadora no Município de Itabuna.
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