Filas intermináveis na regulação, pacientes aguardando meses por exames e cirurgias, unidades de saúde sobrecarregadas. Essa é a realidade vivida diariamente. Mas basta se aproximar o período de campanha e surge um cenário completamente diferente: caminhões da saúde, mutirões, exames sendo realizados em massa, atendimentos acelerados.
E aí fica a pergunta
que não quer calar: Se é possível fazer agora, por que não foi feito antes? Essa
mudança repentina não é coincidência é
estratégia. Quando ações que deveriam ser contínuas aparecem apenas em períodos
eleitorais, isso levanta um alerta importante: a gestão não está sendo
eficiente como deveria ao longo do tempo. Não se trata de falta de capacidade
técnica ou estrutura, mas sim de prioridade.
A saúde pública não
pode funcionar no ritmo da política. Doença não espera calendário eleitoral. A
fila da regulação não diminui porque chegou campanha. Ela diminui quando há
planejamento, investimento contínuo e gestão comprometida com resultados reais
não com aparência momentânea.
O que vemos hoje é um
retrato preocupante:
● Um sistema
sobrecarregado no dia a dia
● Ações pontuais que
tentam mascarar o problema
● E uma população que
já não aceita mais esse tipo de prática
A verdade é simples: gestão eficiente não aparece só em época de campanha ela é constante. Mais do que nunca, é hora de a população refletir: não sobre o que aparece agora… mas sobre o que faltou durante todo o tempo. Por Dra Sílvia. – Pré-candidata a deputada estadual.


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