Se você é vítima– Ligue 180: A Central de Atendimento à Mulher funciona 24 horas por dia, recebendo ligações de qualquer lugar do país, para fornecer informações e encaminhar denúncias aos órgãos competentes. A ligação é gratuita de telefone fixo ou celular. – Procure ajuda: Converse com familiares, amigas, vizinhos ou procure as instituições de apoio mais próximas de sua residência (ONGs, Centros de Referência em Saúde da Mulher ou Assistência Social, a unidade básica de saúde ou hospital, o conselho tutelar, etc.). Você é vítima e não tem nenhuma responsabilidade pelas agressões que sofre, nem deve sentir-se culpada. É importante pedir socorro para que a situação não se torne mais grave. E não esqueça que outras mulheres já foram vítimas da mesma situação, e também podem ajudar você a superar esta realidade. Se houver lesões, é importante realizar o exame de corpo de delito. Em caso de violência sexual, você tem direito à assistência integrada na rede de saúde pública, acesso a tratamento contraceptivo de emergência para evitar gravidez indesejada e medicação preventiva contra doenças sexualmente transmissíveis, inclusive a Aids. – Denuncie: O registro da ocorrência é um dos seus principais instrumentos de defesa, inclusive para que não se repitam as agressões contra você e seus filhos. Procure uma Delegacia da Mulher ou, se não houver uma em sua cidade, vá à Delegacia de Polícia mais próxima. Nenhuma autoridade policial pode se recusar a registrar o Boletim de Ocorrência. Na própria Delegacia você pode solicitar medidas protetivas de urgência (como o afastamento do agressor de casa e manutenção de distância física, suspensão de porte de arma, etc). O pedido tem que ser enviado ao Judiciário em até 48 horas. – Conheça seus principais direitos jurídicos: A Lei Maria da Penha determina o Estado tem que assegurar à mulher em situação de violência o acompanhamento de defensor público em todos os atos processuais, caso seja do interesse ou necessidade da vítima. Você deve ser informada de todos os passos do processo, e também se o agressor for preso ou solto. Especialmente nos casos em que a mulher depende financeiramente do agressor, pode solicitar ao juiz do caso inclusão no cadastro de programas assistenciais do governo em nível federal, estadual e municipal. Se necessário, a autoridade policial é obrigada pela Lei Maria da Penha a acompanhar a vítima na retirada de seus pertences da residência, e fornecer transporte para a ofendida e seus dependentes para abrigo ou local seguro em casos de risco de morte. As mulheres que trabalham podem ser transferidas para outra cidade ou Estado por determinação judicial sem prejuízo de salário e benefícios, no caso das servidoras públicas, ou se afastar do trabalho por até seis meses mantendo o vínculo de emprego. A Lei Maria da Penha assegura ainda outros mecanismos de proteção legal. Se você é colega, chefe, vizinho ou parente– Oriente a mulher a fazer a denúncia: a violência doméstica é crime, mas a omissão frente ao sofrimento e à violação dos direitos humanos das mulheres também é. Além disso, se a mulher sente-se acolhida no local de trabalho ou na família estará muito mais fortalecida para enfrentar o problema, o que é a essência da rede de proteção e apoio. – Ligue 180: Se não souber como proceder, entre em contato com a Central de Atendimento à Mulher e solicite informações e orientações. O serviço funciona 24 horas em todo o país e a ligação é gratuita. Fontes: Compromisso e Atitude e Portal da Polícia Civil do Estado de Alagoas |
Câmara Itabuna
Câmara de Ilhéus - Acompanha sessões remotas
segunda-feira, 30 de maio de 2022
Brasil teve 107 mortes de mães a cada 100 mil nascimentos em 2021, diz levantamento
Mulher de fiel vai à Justiça, e Universal é condenada a devolver R$ 84 mil
A Justiça de São Paulo condenou a Igreja Universal a devolver cerca de R$ 84 mil doados por fiel sem o consentimento da sua mulher.
A.B. procurou a Justiça quando descobriu que o marido havia vendido o único carro da família e transferido o valor obtido (R$ 18,8 mil) para a Universal.
O marido fez ainda uma segunda doação, dias depois, de R$ 65,2 mil, após resgatar uma aplicação em previdência privada que, segundo a mulher, haviam sido economizados com "muito sacrifício".
No processo, o advogado Evaldo da Cruz, que a representa, afirma que o fiel C.B. sofreu "lavagem cerebral" na igreja e que o Código Civil estabelece que, a não ser no regime de separação absoluta, "nenhum dos cônjuges pode fazer doações de bens comuns sem autorização do outro".
"O que se discute aqui é a maneira como certas denominações induzem os seus fiéis, em momentos de emoção ou fraqueza espiritual, a lhes fazer doações", declarou no processo.
De acordo com a instituição, o marido decidiu frequentar os cultos "de livre e espontânea vontade" e conhecia a doutrina pregada pela Universal. A Igreja afirmou também que a autora do processo demonstrou na ação sua "intolerância religiosa, uma vez que não respeita a vontade do seu esposo".
"O senhor C.B não é pessoa privada de discernimento ou capacidade de percepção da realidade", declarou a Universal no processo. "Jamais se arrependeu de ter realizado a doação."
Afirmou ainda que a legislação determina que o cônjuge precisa autorizar as doações apenas em casos de bens imóveis.
A Universal se defendeu na Justiça afirmando que são "falaciosas as alegações de que o marido teria sido ludibriado e coagido moralmente a realizar as doações". Disse que os dízimos e ofertas são práticas das instituições religiosas que remontam milênios, feitas a partir do "livre arbítrio" de quem os concede.
De acordo com a instituição, o marido decidiu frequentar os cultos "de livre e espontânea vontade" e conhecia a doutrina pregada pela Universal. A Igreja afirmou também que a autora do processo demonstrou na ação sua "intolerância religiosa, uma vez que não respeita a vontade do seu esposo".
"O senhor C.B não é pessoa privada de discernimento ou capacidade de percepção da realidade", declarou a Universal no processo. "Jamais se arrependeu de ter realizado a doação."
Afirmou ainda que a legislação determina que o cônjuge precisa autorizar as doações apenas em casos de bens imóveis.
A Justiça não aceitou a argumentação e condenou a Universal em primeira e segunda instâncias.
O desembargador Christiano Jorge, relator do processo, disse que "é vedado ao cônjuge, exceto o casado sob o regime de separação absoluta de bens, realizar doação sem a autorização do outro" e que os valores doados à Universal não pertenciam exclusivamente ao marido.
Os R$ 80 mil serão acrescidos ainda de juros e correção monetária desde o início do processo, em 2019.
A Universal ainda pode recorrer.
Vacinação contra a Covid: mais de 77% da população está totalmente imunizada; 43% tomou a dose de reforço
Os dados do consórcio de veículos de imprensa desta segunda-feira (30) mostram que 166.024.071 brasileiros estão totalmente imunizados ao tomar a segunda dose ou a dose única de vacinas. Este número representa 77,28% da população total do país. A dose de reforço foi aplicada em 92.451.203 pessoas, o que corresponde a 43,03% da população.
domingo, 29 de maio de 2022
Especialistas em doenças infecciosas cobram OMS sobre varíola dos macacos
Brasil registra 62 mortes e mais de 8 mil casos de Covid-19 em 24 horas
Clínicas particulares começam a aplicar vacina contra a Covid-19 nesta semana
Com alta de vírus respiratórios, especialistas avaliam uso de máscaras por crianças
Casos de varíola dos macacos chegam a 257 em 23 países não endêmicos, diz OMS
sexta-feira, 27 de maio de 2022
Crianças com autismo expressam emoções por meio de animações criadas por elas
Maconha medicinal e autismo: “Estou trazendo meu filho de volta”, diz mãe
superdotação e autismo: Entenda porquê o diagnóstico pode ser confundido
quarta-feira, 25 de maio de 2022
Gestores de Saúde discutem estratégias de prevenção de doenças cardiovasculares em mulheres
Pesquisa mostra que 15,5% das mulheres maiores de 18 anos não praticam qualquer atividade física
Primeiros casos de varíola do macaco em mulheres são confirmados
TPM pode ser confundida com depressão
Aprovada ampliação da atenção à mulher na prevenção ao câncer pelo senado
Homem aumenta ida ao médico, mas a mulher ainda cuida mais da saúde
terça-feira, 24 de maio de 2022
PEC 206: entenda o que diz o texto que propõe cobrar mensalidade em universidades públicas
Avanço do EAD muda perfil do ensino superior privado no Brasil, revela pesquisa
Orçamentos para investir em educação e ciência voltam a níveis dos anos 2000
segunda-feira, 23 de maio de 2022
Conheça as leis e os serviços que protegem as mulheres vítimas de violência de gênero
O que fazer frente a casos de violência doméstica...
